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terça-feira, 20 de abril de 2010

Como anda a “Opinião Pública” em relação Região Metropolitana de Maringá?

Estamos percebendo na contramão da “Campanha Política”, já “teatralizada” nas ruas, a apimentada e frenética indignação popular perante aos péssimos exemplos por parte dos nossos gestores públicos no Brasil e região.
Enquanto “representantes eleitos” deveriam suas responsabilidades administrativas ser mais “atuantes” por aqueles que, por obrigação de dever, “deveriam” legitimamente prestar os serviços cívicos de “lutar” para a melhora social e de direitos de nossos cidadãos.
Na Região Metropolitana de Maringá já se coexiste com as seqüelas das transformações recentes de um todo processo histórico excludente e segregacionista promovidos pela omissão da classe política que está se ruindo e definhando perante a combativa comunidade do entorno metropolitano entoada em uníssono pela atuante mídia integrada que retrata a realidade como ela é.
A imparcialidade, isenção e independência são os verdadeiros baluartes de uma democracia participativa efetiva, pois neste ínterim se nasce uma opinião pública polida e comprometida com aquilo que a sociedade tem de melhor: o respeito aos seus direitos.
Entretanto, é muito cedo para conclusões e, principalmente, não precipitar o entendimento de que o “sistema político” regional continua na “mesmice”, ao contrário pode até dar sinais de melhoria, mas por enquanto são apenas “soluços” de decência com aquilo que deveria ser normalidade nos trabalhos executivos legislativos pelos quais foram eleitos.
A realidade deprimente do entorno metropolitano em sua frágil ou inexistente “política de integração” deverá ser mais profundamente reanalisada pelo novo coordenador da RMM compartilhando com os diversos Prefeitos e Vereadores da sua histórica problemática, bem como estar realinhando suas estratégias e ações de forma mais pontuais e não mais “promesseiras” ou palanquistas.
Não só fazem o “povo de bobo” como também os próprios munícipes compartilham diretamente desta “chaga” coletiva, pois aqueles que “executam” ou deveriam executar as políticas de integração estão paralisados por tamanhas ingerências e incompetências acumuladas.
Portanto, necessitamos urgentemente, de “estado-novo” de reconscientização das futuras concepções políticas e de políticos que poderão recompor as novas legislaturas que se sucederão induzindo, enfim, aos interessados a se primarem/preocuparem mais pelas propriedades do conhecimento heterogeneidade na gestão de conflitos da RMM com mais justiça social.

Por Dr. Allan Marcio

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